23 de agosto de 2010

Tempos e modos

Meu pretérito mais que perfeito e meu pretérito perfeito (que de perfeito não tiveram nada) se encontraram.

Se o futuro do pretérito quisesse ser o futuro do presente eu faria dele um futuro perfeito, mesmo que a construção forme um pretérito imperfeito. Até porque futuro perfeito não existe neste país, (e se existe eu desconheço) e isso nem é pessimismo, é gramática.

Mas isso tudo não indica nada, até porque a gramática diz que não posso mandar em mim, só em ti, nos outros e em nós. E isso é um absurdo de mentira.


Quer saber? Eu me enrolei. Mas no fundo, no fundo, tem lógica.

Um comentário:

  1. Nossa, adorei, sério! Huihaiuehiuae x)
    E tem muita lógica!

    E eu sou gigante sim. hehe

    Bjs.

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